Coisas para fazer em Lisboa: Pontos de referência, vistas e locais de interesse

Coisas para fazer em Lisboa: Pontos de referência, vistas e locais de interesse

Lisboa cresce em si. Pode visitar primeiro Alfama, depois Belém com os seus edifícios antigos, ver o pôr do sol no Miradouro da Senhora do Monte e comer um Pastel de Belém - sim, é assim tão bom. Mas para ser realista, pode simplesmente andar por aí. Verá arte de rua em paredes enormes e visitará pequenos bares de vinho onde toca fado e os habitantes locais bebem ginjinha. As mesmas pessoas vão lá há anos. Essa é a verdadeira Lisboa, e é espantosa.


Descobrir a alma da cidade


Toda a gente diz que a luz em Lisboa é especial. As fotografias ficam sempre bem aqui, como a forma como o sol apanha os edifícios amarelos e as ruas de calçada. A calçada portuguesa é muito bonita.

Calçada Portuguesa. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

Depois de subir algumas colinas, é fácil perceber porque é que as pessoas se apaixonam por esta cidade. Tudo está em diferentes níveis aqui. Mas ter alguém que conhece a cidade ajuda muito.

Este guia de viagem essencial de Lisboa vem dos habitantes locais da FREETOUR.com que percorrem estas ruas todos os dias. Os atalhos, quando ir aos museus, os sítios que a maioria dos turistas não encontra - tudo isso está aqui. Mesmo que precise de descobrir o que ver em Lisboa no fim de semana ou planear uma viagem mais longa, isto ajuda. Muitas pessoas exploram mais Lisboa com guias locais em vez de se limitarem a ler listas de "top 10" online.


O que é que torna Lisboa única?


Lisboa não está a tentar ser Paris ou Barcelona. Tem as suas próprias caraterísticas, e é isso que a torna melhor. A história da cidade oscila entre alguns pontos altos e alguns momentos muito maus. Há uma palavra portuguesa, saudade, que significa sentir falta de algo que pode nem sequer ser real. Sente-se isso nos fados tristes e prova-se nas receitas tradicionais que as famílias protegem como segredos.

Na época dos Descobrimentos, Portugal dominava os mares. Vasco da Gama e outros exploradores navegaram até à Índia e trouxeram toneladas de dinheiro. Hoje em dia, pode passear por Belém e ver que os monumentos antigos ainda mostram essa época.

Depois, tudo mudou. O Terramoto de Lisboa de 1755 foi um duro golpe. Primeiro, o chão tremeu, depois veio uma onda enorme e, em seguida, os incêndios arderam durante dias. A maior parte da cidade antiga desapareceu. Mas o Marquês de Pombal reconstruiu-a de forma mais inteligente. Concebeu edifícios que podiam suportar melhor os terramotos.

Lisbon neighborhood. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

Hoje em dia, Lisboa mistura todos estes períodos diferentes. Muralhas de castelos mouros, esculturas manuelinas dos tempos dos exploradores, edifícios antigos de Arte Nova e arte de rua moderna. Cada bairro tem a sua própria personalidade, e é por isso que é importante saber onde ficar em Lisboa - deve escolher o ambiente que mais se adequa a si. É isso que transforma as melhores coisas para ver em Lisboa em experiências reais e inesquecíveis.


Os ícones: Marcos que definem a linha do horizonte


Torre de Belém e Mosteiro dos Jerónimos


Se quer saber que sítios visitar em Lisboa primeiro, comece por Belém, onde começaram os dias de exploração de Portugal. É como um grande museu ao ar livre de quando os marinheiros portugueses estavam a descobrir novas partes do mundo. Os dois locais classificados como Património Mundial da UNESCO contam toda essa história.

Torre de Belem. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

A Torre de Belém está situada mesmo junto à água. É uma torre pálida que quase parece demasiado elegante para ser um forte. Foi construída em 1500 e coberta de esculturas pormenorizadas. O estilo manuelino tem tudo a ver com o oceano. Se olhar com atenção, verá que há cordas de pedra, nós de marinheiro e estranhos monstros marinhos esculpidos por todo o lado.

Se descer um pouco o rio, o Mosteiro dos Jerónimos aborda os mesmos temas do oceano, mas numa escala muito maior. As colunas de pedra torcem-se como cordas de navio. Vasco da Gama rezou aqui antes de navegar para a Índia, e também foi enterrado aqui.

Ambos os locais ficam cheios de gente no verão. Tente vir quando abrem, ou faça uma visita guiada a Belém para que alguém lhe possa explicar o que tudo isto significa.


Praça do Comércio


A Praça do Comércio é um local de visita obrigatória em Lisboa. Está situada mesmo junto ao rio e é enorme. Antes do grande terramoto, o palácio do rei era aqui. Depois de tudo cair, Pombal construiu esta praça gigante que se abre diretamente para a água. É um dos sítios mais bonitos de toda a zona ribeirinha.

Os edifícios amarelos à volta ficam muito bonitos, especialmente quando o sol bate neles. Há uma grande estátua do rei D. José I, montado num cavalo, no meio. Foi ele quem pagou a reconstrução de tudo.

E aqui está o que os guias de viagem não mencionam - vá ao fim da tarde! É nessa altura que a luz fica muito boa e as pessoas de Lisboa ficam nos cafés. Os turistas também estão lá, mas parece mais real.

O Arco da Rua Augusta fica num dos lados. Aconselhamo-lo a subi-lo se as suas pernas aguentarem mais escadas. Do cimo, toda a baixa da cidade tem um aspeto fantástico.


Castelo de São Jorge


Castelo de Sao Jorge. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

O Castelo de São Jorge está situado no topo da maior colina de Lisboa. É um antigo castelo mouro de tempos remotos, embora muito dele tenha sido arranjado ao longo dos anos. Mas as pessoas não vêm pelo castelo. Vêm pela vista.

Se estiveres lá em cima, vais sentir que tudo faz sentido. As sete colinas são super claras, o rio está mesmo ali, e aquela ponte vermelha parece mesmo a ponte Golden Gate em São Francisco. Os diferentes bairros têm telhados de cores diferentes, por isso é possível distingui-los. Os eléctricos amarelos parecem minúsculos a subir aquelas ruas tão íngremes.

Se quiseres que alguém te explique a história, como quem viveu aqui e quando, reserva uma das visitas guiadas perto do Castelo de S. Jorge. Curiosamente, muitos grupos diferentes controlaram este local ao longo dos séculos.


Um Passeio no Tempo: Os bairros mais vibrantes de Lisboa


Alfama: O Coração Medieval


Quando Pombal reconstruiu a Baixa em linhas rectas, Alfama ficou na mesma. O terramoto de 1755 não atingiu esta parte antiga com tanta força, por isso as ruas, as escadas e os edifícios tortuosos são realmente antigos, com centenas de anos. Os mouros desenharam as ruas para confundir os atacantes, mas agora confundem os turistas.

Alfama é onde o Fado começou. Se passear à noite, há música por todo o lado. Estas tristes canções portuguesas estão a sair de pequenos restaurantes. Além disso, quando é tempo de festival, o cheiro a peixe grelhado enche as ruas.

Não use um mapa aqui. Pode simplesmente subir a colina até ao castelo ou descer a colina até à água, e de certeza que verá algo bonito. O Miradouro de Santa Luzia e o Miradouro das Portas do Sol oferecem óptimas vistas. Estes são alguns dos melhores sítios para visitar em Lisboa. Ou faça um passeio turístico por Alfama e Mouraria se quiser conhecer a história completa.


Chiado e Baixa


A Baixa e o Chiado ficam ao lado um do outro. A maior parte das pessoas pensa neles como uma única zona da Baixa.

Rua Augusta main street. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

A Baixa Pombalina é a parte de Pombal reconstruída após o terramoto. A Rua Augusta é a principal rua pedonal com lojas e pessoas a fazer espectáculos de rua. Desce diretamente para a grande praça junto à água. O Elevador de Santa Justa é aqui - aquele elevador dourado que parece antigo. A fila é normalmente longa, mas a vista do topo é muito boa.

O Chiado é mais artístico. Aqui pode encontrar livrarias, teatros, cafés e muito mais. A Livraria Bertrand também fica aqui. É a livraria mais antiga do mundo que ainda está aberta, existindo desde 1732.

Ambos os locais são centrais, por isso muitas coisas para fazer em Lisboa estão a uma curta distância a pé. Reserve as visitas guiadas à Baixa Chiado e os guias explicarão como tudo foi reconstruído e apontarão as coisas que lhe escapam.


Bairro Alto e Príncipe Real


O Bairro Alto é super calmo durante o dia. Há apenas lojas normais, apartamentos e alguns bares locais. Depois, chega a noite e fica uma loucura. As pequenas ruas ficam cheias de estudantes e turistas. Os bares tocam punk, música brasileira, o que for. É barulhento, e as pessoas adoram.

Se fores um pouco para norte, o Príncipe Real torna-se totalmente diferente. É um bairro muito agradável. Há jardins bonitos e locais de brunch onde toda a gente tira fotografias à comida. O Jardim do Príncipe Real tem uma árvore enorme no meio. Aos domingos, as pessoas sentam-se debaixo dela a ler jornais e a passear cães pequenos.


Fora do caminho: Experiências fixes e invulgares



  • LX Factory. Antigamente era uma antiga fábrica. Agora é um espaço simpático e criativo debaixo da Ponte 25 de abril. Há livrarias, restaurantes, pequenas lojas e sítios onde trabalham artistas. As paredes estão cobertas de arte urbana. Há tijolo velho e metal por todo o lado. As pessoas adoram tirar fotografias aqui, mas não é só para turistas. Pessoas muito criativas também trabalham aqui. Aos domingos, há mercados e música.

  • Museu Nacional do Azulejo. Visite-o se quiser compreender os bonitos azulejos espalhados por Lisboa. Os azulejos estão por todo o lado em Portugal, como nos edifícios, nas estações de metro, nas igrejas e até nas casas normais. Este museu mostra como as pessoas os fazem há 500 anos. O edifício foi outrora um convento. Além disso, há painéis de azulejos antigos que mostram como era Lisboa antes do grande terramoto.

  • Graça. É onde se encontram os grandes murais. Artistas de Portugal e de outros países pintaram edifícios inteiros. Alguma arte é política, outra é apenas bonita de se ver. Vhils faz caras raspando camadas de paredes. Bordalo II constrói esculturas a partir de lixo. Ainda não há muitos turistas que conheçam a Graça, por isso é como descobrir algo secreto.


Pôr do sol e paisagens urbanas: Os melhores Miradouros


Lisbon viewpoint. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

Lisboa tem miradouros. Não servem apenas para ver; as pessoas ficam por lá, os habitantes locais vão ver o pôr do sol, os turistas descansam depois de uma subida, e os casais trazem vinho em copos de plástico e observam o céu a mudar de cor.

  • O Miradouro da Senhora do Monte é o mais alto. Lá de cima, vê-se o castelo, o rio, a ponte e os telhados cor de laranja por todo o lado. Este miradouro não tem muitos turistas, por isso é mais calmo. A melhor altura é mesmo antes do pôr do sol, quando a luz fica muito boa.

  • O Miradouro de Santa Luzia fica em Alfama. Os arcos e os painéis de azulejos fazem-no parecer um postal. Normalmente, alguém está a tocar guitarra. Há também um pequeno café que vende cerveja.

  • Miradouro de São Pedro de Alcântara. É de fácil acesso. Suba o velho funicular Elevador da Glória. Oferece boas vistas da baixa, perto do Bairro Alto se sair à noite, e o jardim é agradável. As vistas são boas, não são fantásticas, mas é fácil de acrescentar a um passeio.


Diferentes pontos de vista têm boa luz em alturas diferentes. Por exemplo, para o pôr do sol de verão, vá para os que estão virados para oeste. No inverno, alguns pontos virados a norte têm uma boa luz à tarde. Os habitantes locais sabem-no. Agora também o sabe.


Saborear Lisboa: Um guia para a gastronomia local



  • A Lenda dos Pastéis de Belém. Os Pastéis de Belém têm uma história sobre monges e uma receita secreta que só três pessoas conhecem. Verdade ou não, estes pastéis de nata da pastelaria original sabem muito melhor do que os de qualquer outro sítio. O exterior é estaladiço, o interior é cremoso e sacudido, e colocam a quantidade certa de canela e açúcar por cima. Definitivamente, uma das melhores coisas a fazer em Lisboa é experimentar a comida local.

  • Ginjinha no Rossio. Ginjinha é licor de cereja num copo minúsculo. Os pequenos bares à volta do Rossio vendem-na. Basta dizer "uma ginjinha com elas", beber depressa e é tudo. É doce e forte.

  • Time Out Market. Une bons chefs e locais de comida. Os turistas vão lá para resolver o problema do "onde comer". Se quiser experimentar mais cozinha portuguesa em Lisboa, este sítio é um bom começo. Peixe tradicional, como o bacalhau, vinho e sobremesas - tudo lá. As mesas são grandes e partilhadas, mas ao fim de semana há muito movimento e diversão. Numa palavra, se estiveres cansado de explorar Lisboa o dia todo, a caminhar e a subir colinas, senta-te aqui, come e relaxa.


Logística & Perspectivas: Elétrico 28 vs. Passeios a pé


O Elétrico 28 é famoso. Mas a realidade são as longas filas, muita gente, carteiristas, e sobretudo olhar para Lisboa através de uma janela.

Yellow tram 28 going down a narrow alley surrounded by old buildings. Things to Do in Lisbon: Landmarks, Views, and Local Spots

Os passeios a pé com um guia local são diferentes. Alguém que vive na cidade caminha com o grupo, responde a perguntas, mostra coisas secretas e explica o que estas coisas significam. Pode ir-se devagar ou depressa, consoante o grupo.

Passeios turísticos em Lisboa

Elétrico 28

Passeio a pé

Custo

€3.30

Normalmente com gorjeta ou preço fixo

Duração

40 minutos (se entrar)

2-3 horas

Experiência

Observar através da janela

Andar nas ruas

Aglomeração de pessoas

Lotado, longas esperas

Pequenos grupos

Aprendizagem

Nenhuma explicação

O guia explica tudo


Claro que o metro de Lisboa e os elevadores das colinas continuam a ser úteis. Mas se escolher entre o Elétrico 28 e um passeio a pé, a segunda opção ganha. Se quiser saber mais sobre como funcionam as visitas guiadas, consulte a informação sobre como compreender as visitas guiadas gratuitas.


Planear a sua viagem: Dicas práticas e itinerários


Três dias cobrem as coisas principais, como ver as grandes atracções, passear pelos bairros e talvez fazer uma excursão de um dia. Claro que cinco dias é melhor, porque há menos pressa e mais comida. E uma semana é perfeita para muitas coisas a visitar em Lisboa.

3 dias em Lisboa:

  • Dia 1. Belém cedo (torre, mosteiro, pastelaria), tarde na baixa e miradouro ao pôr do sol.

  • Dia 2. Ir a Alfama, encontrar o castelo e almoçar lá. Depois, ver a arte de rua da Graça ou ir ao Bairro Alto à noite para ver o Fado.

  • Dia 3. Apanhar um comboio para Sintra ou ficar e ver o Príncipe Real e a LX Factory.


Dicas práticas:

  • Compre um Lisboa Card. Começa a partir de 33 euros por 24 horas e oferece autocarros/comboios gratuitos e entradas em museus. É ótimo se for visitar muitos locais, mas não vale a pena se for apenas passear e comer.

  • Calçado. Use sapatos de caminhada. As colinas e os paralelepípedos vão acabar com os seus ténis de luxo.

  • Quando ir. Escolha a primavera ou o outono, pois o verão é quente e lotado, e o inverno é ameno, mas chuvoso.


Perguntas mais frequentes


Quais são as principais coisas a fazer em Lisboa?

Ver os grandes marcos primeiro - Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Castelo de São Jorge. Passear por Alfama, Bairro Alto, Chiado. Depois, vá a alguns miradouros, coma em restaurantes antigos ou nos novos mercados de comida. Faça um passeio a pé e deixe tempo para passear sem qualquer plano.

Lisboa é uma cidade que pode ser percorrida a pé?

Mais ou menos. Cada zona é fácil de percorrer a pé, mas deslocar-se entre elas significa subir grandes colinas naquelas ruas de pedra. As pernas cansam-se rapidamente; é por isso que existem eléctricos e metro. Apanhe-os para as grandes colinas, caminhe nas partes planas.

De quantos dias precisa em Lisboa?

Três dias são suficientes para ver os principais pontos de interesse. Cinco dias significam menos pressa, mais uma viagem a Sintra ou Cascais. Uma semana é mais relaxante. Há tempo para descobrir os bairros que os turistas não visitam e para relaxar nos cafés, em vez de andar a correr por todo o lado.

O Lisboa Card vale a pena?

Se está a planear visitar mais de 3 atracções pagas e vai utilizar muito o metro, os eléctricos e os autocarros, sim. Se a sua viagem se concentrar mais em passeios a pé, sítios gratuitos e experiências gastronómicas, poderá não recuperar o custo. Calcule os seus planos específicos em relação ao preço do cartão para decidir.

Quais são as melhores viagens de um dia a partir de Lisboa?

Sintra é a escolha óbvia, com palácios e jardins, a menos de uma hora de distância. Cascais tem praias e um ambiente agradável de cidade de praia. A Península da Arrábida tem óptimas praias e locais de vinho. Óbidos é uma cidade antiga que parece congelada no tempo. Todas são facilmente acessíveis de comboio ou autocarro.

Lisboa ou Porto: Qual é que devo visitar?

Cidades diferentes, energias diferentes. Lisboa é maior, mais cosmopolita, com melhor clima e acesso mais fácil às praias. O Porto é mais compacto, mais "autêntico" e tem toda a componente do vinho do Porto. Se só tiver tempo para uma delas, Lisboa oferece mais variedade. Se tiver uma semana ou mais em Portugal, visite ambas.

Qual é o melhor mês para visitar Lisboa?

maio e setembro-outubro são os melhores - bom tempo, sem muita gente. junho é bonito mas mais movimentado. julho-agosto é quente e muito concorrido. março-abril é bom, mas o tempo muda. novembro-fevereiro é calmo, com alguma chuva, mas não muito frio.


Conclusão: A sua viagem começa com uma história


Todas as cidades têm edifícios e museus. Mas o que torna Lisboa especial é a forma como liga o velho e o novo, o triste e o alegre, o tradicional e o moderno - tudo ao mesmo tempo. Lisboa é um sentimento. E se quiser realmente senti-la, faça-o com um guia local que conheça a cidade. Veja os passeios a pé na FREETOUR.com. Eles mostrar-lhe-ão a verdadeira Lisboa, não apenas a versão turística. É assim que uma viagem se torna numa memória que vale a pena guardar.